Governador do Rio de Janeiro está na mira dos senadores da CPI da Covid
Em depoimento o ex-governador Wilson Witzel insinuou haver indícios de corrupção em organizações sociais contratadas pelo governo estadual.
Em depoimento o ex-governador Wilson Witzel insinuou haver indícios de corrupção em organizações sociais contratadas pelo governo estadual.
CPI quer convocar atual governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, assim como o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.
Wilson Witzel acusou o governo federal de agir de caso pensado para deixar governos estaduais em situação de vulnerabilidade, sem condições de comprar insumos e respiradores.
Em setembro do ano passado, Witzel sofreu impeachment por crime de responsabilidade na gestão de contratos na área da saúde durante a pandemia.
Durante as mais de quatro horas de depoimento, o ex-governador do Rio de Janeiro disse que seu impeachment foi resultado de uma perseguição política.
Se o ex-governador do Rio de Janeiro quiser atender à convocação dos senadores, será garantido seu "direito ao silêncio".
Wilson Witzel sofreu impeachment no ano passado por ter desviado verbas da saúde pública durante a pandemia de covid-19.
Wilson Witzel entrou com pedido de habeas corpus junto ao STF para ter o direito de decidir sobre seu comparecimento ou não à CPI. O Supremo ainda não decidiu sobre o caso.
O filho do presidente da República é apontado como integrantes do "Gabinete Paralelo" de aconselhamento.
Segundo o advogado criminalista Nythalmar Dias Ferreira Filho, o juiz negociou penas, orientou advogados e combinou estratégias com o Ministério Público na chamada Operação Lava Jato.