Celso de Mello decretou regime de sigilo geral sobre os depoimentos de Paulo Marinho e Miguel Ângelo Braga Grillo

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) para que ele ou sua defesa tenha acesso aos depoimentos à Polícia Federal (PF) do seu suplente no Senado, Paulo Marinho (PSDB).

Moro queria expor o Governo à execração com a publicação do célebre vídeo da reunião ministerial

O espaço no Governo Federal ficou pequeno para os dois desde quando começaram a olhar para a eleição de 2022, uma das razões da ida de Moro para o ministério de Bolsonaro, deixando a carreira de magistrado, onde conseguiu ser visto, nacionalmente, como um homem público, como foi Bolsonaro em 2018, capaz de solucionar os problemas do País. Ser ministro do Supremo era pouco.

Nota do general Heleno pode ser enquadrada na Lei de Segurança Nacional

A Lei de Segurança Nacional foi promulgada em 1983, já no ocaso da ditadura militar (1964-1985), e lista crimes contra a segurança nacional e a ordem política e social. Foi usada para enquadrar, principalmente, grevistas e manifestantes — mas não só eles.

Ministro Celso de Mello libera a gravação da reunião ministerial denunciada por Sergio Moro

Celso de Mello elogiou o trabalho da Polícia Federal, pela correção e precisão dos trabalhos. Os próximos passos dependem da inquirição dos delegados citados e de eventual desdobramento das acusações feitas pelo ex-aliado de Bolsonaro, o suplente de Flávio Bolsonaro no Senado, Paulo Marinho. O próprio presidente Bolsonaro deverá ser ouvido no inquérito.

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