Após reunião, governador de SP pede intervenção na Enel ao TCU
Tarcísio solicita intervenção federal na Enel ao TCU devido a falhas no restabelecimento de energia após temporal em São Paulo.
Tarcísio solicita intervenção federal na Enel ao TCU devido a falhas no restabelecimento de energia após temporal em São Paulo.
A solicitação foi encaminhada por Pedro Matos ao presidente da Enel Ceará, o senhor José Nunes de Almeida Neto. Os documentos devem ser encaminhados para a comissão no prazo de 15 dias a contar do recebimento do ofício.
Decon instaura novo procedimento administrativo contra a Companhia Energética do Ceará (Enel), para apurar possível piora nos serviços de fornecimento de energia elétrica.
A Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) aprovou nesta quinta-feira (8) mensagem de autoria do Poder Executivo pedindo autorização do Poder Legislativo para o Estado doar um imóvel à Companhia Energética do Ceará (Enel), empresa concessionária do serviço público de distribuição de energia, para construção de uma subestação na área da Zona de Processamento para Exportação (ZPE2), no município de Caucaia, no Complexo Industrial do Porto do Pecém (CIPP).
A oposição na Casa aponta que as fiscalizações só saíram do papel para evitar investigações propostas pela banacada contra venda de terrenos pela Prefeitura.
Deputados voltaram a cobrar melhoria nos serviços da empresa e cobraram ações dos órgãos competentes mediante relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a fornecedora de energia no Estado.
Ele também destacou que países da Europa fizeram privatização nos anos 1980 e reviram isso sobre os serviços essenciais, "porque perdia a soberania".
Ele destacou, também, a criação de uma comissão permanente para acompanhar as ações da Enel sobre os investimentos prometidos no Ceará.
Além das denúncias, o colegiado ouviu representantes da sociedade civil, além de membros da empresa e representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a quem Santana chegou a acusar de conivência com a Enel.
Há pelo menos 14 anos a Câmara de Fortaleza não instala uma CPI na Casa. Os grupos terão até 120 dias para realização dos trabalhos sobre os temas propostos, podendo estender tal prazo por mais 120 dias.