STF rejeita recursos de deputados do PL que viraram réus
STF rejeita recursos de deputados do PL que viraram réus. Parlamentares foram acusados de cobrar propina por emendas
STF rejeita recursos de deputados do PL que viraram réus. Parlamentares foram acusados de cobrar propina por emendas
Polícia Federal investiga venda de decisões judiciais em Mato Grosso do Sul, com afastamento de desembargadores e servidores do Tribunal de Justiça.
O político, como presidente da Câmara dos Deputados, havia sido sentenciado a quase 16 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A denúncia foi apresentada em 2015 contra Collor e outras oito pessoas. A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou o então senador de fraudar em R$ 29 milhões um contrato da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras. Os fatos foram investigados pela "lava jato".
A manifestação foi apresentada depois que a defesa de Lira entrou com embargos de declaração contra uma decisão de Fachin que negou o arquivamento da denúncia.
O governador Wilson Witzel teria agido em conluio com pastor Everaldo (presidente nacional do PSC), Edmar Santos e o empresário Edson da Silva Torres.
Dessa forma, para garantir vantagens indevidas à esposa e ao filho, passou a utilizar do cargo de desembargador do TJMG para garantir que a advogada integrasse a lista tríplice do Tribunal e, em troca disso, concretizar seus objetivos.
Os procuradores afirmam que, por intermédio de Cerveró, diretor internacional da Petrobrás, Aníbal Gomes solicitou e aceitou vantagem indevida no valor de US$ 6 milhões.