Especialistas de três instituições esclarecem dúvidas sobre o processo eleitoral brasileiro
O informe divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral assinado por pesquisadores da USP, UFSCar e UFABC rebate alegações infundadas sobre o sistema eleitoral.
O informe divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral assinado por pesquisadores da USP, UFSCar e UFABC rebate alegações infundadas sobre o sistema eleitoral.
A indicação de Alexandre de Moraes gerou protestos por parte de deputados da base de apoio do presidente Jair Bolsonaro.
Em seu discurso no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Lula dedicou palavras elogiosas a Alexandre de Moraes pela maneira como conduziu o processo eleitoral. Segundo o vencedor da eleição presidencial, o presidente do TSE tem uma coragem "estupenda" e é "um orgulho de todo o Brasil".
No relatório a Defesa informou porém que há a possibilidade de que um "código malicioso" possa interferir no funcionamento das urnas, o que pode ser usado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro contra argumentação da Justiça Eleitoral.
Até o momento, mais de 600 Aijes foram apresentadas por partidos políticos, coligações, candidatos e Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral). Desse total, cerca de 70 foram arquivadas.
O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), José Alberto Simonetti afirmou que, após a análise dos relatórios feitos pelas Comissões de Direito Eleitoral distribuídas em todo o país, a instituição concluiu que não houve nenhuma suspeita de irregularidade na votação.
Os militares fazem parte da comissão de transparência criada pelo próprio TSE para fiscalizar as eleições, que foram encerradas no dia 30 de outubro.
Cintra foi proibido de publicar, replicar, promover ou compartilhar as fake news, sob pena de multa diária de R$ 20 mil. Alexandre ainda determinou que a Polícia Federal interrogue o economista em até 48 horas sobre o conteúdo das publicações.
O Tribunal também cassou o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da legenda, determinou o recálculo dos quocientes eleitoral e partidário para as vagas na Câmara de Vereadores e a execução imediata da decisão.
A decisão do TSE apontou que a deputada federal promoveu desordem informativa que prejudica a realização de seus correspondentes encargos institucionais.