Analfabetos da cidadania – Djalma Pinto
No contexto de uma realidade, tristemente marcada por graves denúncias de irregularidades, nos três poderes independentes e harmônicos, vale a pena relembrar as Instruções baixadas pelo Marquês de Itanhaém, em dezembro de 1838, para serem rigorosamente observadas pelos professores do Imperador D. Pedro II, para fazê-lo “compreender bem o que é a dignidade da espécie humana, ante a qual o monarca é sempre homem, sem diferença natural de qualquer outro indivíduo humano, posto que sua categoria civil o eleve acima de todas as condições sociais.”