Procurador de empresa de vacina é o depoente na CPI da Covid desta quinta-feira (15)
Inicialmente a proposta da Davati Medical Supply no Brasil seria vender 400 milhões de doses da AstraZeneca por U$ 3,50, mas o preço acabou inflado para U$ 15,50.
Inicialmente a proposta da Davati Medical Supply no Brasil seria vender 400 milhões de doses da AstraZeneca por U$ 3,50, mas o preço acabou inflado para U$ 15,50.
Com a ratificação do estado de saúde, uma nova data será marcada para o depoimento.
O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) quer ouvir o chefe da Davati, além de Cristiana Prestes, CEO da Hempcare, e Bruno Dauster, ex-secretário da Casa Civil do governo da Bahia.
Os oposicionistas integrantes da CPI alegam que o presidente Bolsonaro cometeu crime de prevaricação.
O empresário retornou ao Brasil nesta segunda-feira (28). Ele estava nos Estados Unidos e teve o passaporte retido assim que desembarcou no Aeroporto de Viracopos (SP).
Pela decisão, governadores podem comparecer às CPIs apenas como convidados.
Governadores convocados pela CPI que assinam a ação: Waldez Góes (Amapá), Wilson Lima (Amazonas), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Helder Barbalho (Pará), Wellington Dias (Piauí), Marcos Rocha (Rondônia), Carlos Moisés (Santa Catarina) e Mauro Carlesse (Tocantins).
Grupo extraoficial aconselhava o presidente Jair Bolsonaro sobre como proceder diante da pandemia da Covid-19, inclusive sobre o tratamento precoce.
CPI quer convocar atual governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, assim como o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.
O servidor já é alvo de apuração do TCU, e o STF entende que é assegurado o direito de o investigado não se incriminar perante as CPIs.