Aliado de Bolsonaro na CPI considera constrangedor é o “desfile da corrupção”
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
Nas vezes em que ele abriu exceção e se manifestou no depoimento desta terça-feira (10), o coronel Hélcio Bruno de Almeida disse que já estava com reunião confirmada com o Ministério da Saúde antes de conhecer representantes da Davati.
Não é a primeira vez que o presidente Bolsonaro (sem partido) tenta intimidar os demais Poderes da República.
O vereador Bruno Mesquita (PROS), na volta dos trabalhos na Câmara Municipal de Fortaleza, nesta semana, cobrou mais ações do senador cearense Eduardo Girão (Podemos) para o município e ao estado do Ceará.
O nome do coronel Elcio Franco foi citado pelo cabo Dominghetti que denunciou pedido de propina por parte de membros do Governo Federal. Na ocasião, discutia-se a compra de 400 milhões de doses da AstraZeneca.
O nome dele teria sido mencionado pelo presidente Jair Bolsonaro em supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.
Ao senador Eduardo Girão (Podemos-CE), um dos autores do pedido de convocação de Cascavel, este afirmou que havia um consenso de que todas as vacinas deveriam estar centralizadas no Plano Nacional de Imunização, mas declarou que a "politização da vacina" acabou por atrapalhar o processo.
Para Lewandowski, não há problema no fato de a CPI da Covid ter pedido a quebra dos sigilos a partir de 2018, quando o ex-ministro ainda não tinha sido nomeado.
Para senadores da CPI da Covid, ao se declarar ‘facilitador’, Cascavel minimiza seu poder no Ministério da Saúde.
O TCU apontou que o tratamento precoce do TrateCov sugere sempre a mesma lista de sete medicamentos, entre eles a Hidroxicloroquina e a Ivermectina.