Deputado Ricardo Barros, líder do Governo Bolsonaro, agora é investigado pela CPI da Covid
Na prática, a mudança de condição do deputado, significa que o colegiado concluiu que pode haver indícios de crimes envolvendo o parlamentar.
Na prática, a mudança de condição do deputado, significa que o colegiado concluiu que pode haver indícios de crimes envolvendo o parlamentar.
Fato revelado pelo auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques, em depoimento.
O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB/AL), disse que, além de conter informações erradas, o relatório de Alexandre Marques também foi falsificado na Presidência da República para divulgação na internet.
O "estudo paralelo" chegou a ser citado pelo presidente Jair Bolsonaro como um documento oficial do TCU.
O confronto entre as versões de Onyx Lorenzoni e Luis Miranda é sobre a tentativa de compra da vacina Covaxin.
Senador Omar Aziz disse que a CPI não atrapalhou a venda de vacinas, mas impediu práticas de corrupção no Ministério da Saúde.
Por isso, deputado Ricardo Barros está convocado para prestar novo depoimento, em data e hora a serem definidas pela Comissão Parlamentar de Inquérito.
A droga ivermectina foi apregoada em várias ocasiões pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores como parte do chamado "kit covid" para o suposto "tratamento precoce" da doença.
O deputado é suspeito de ser o mentor por trás das supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin.
O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), abriu a reunião desta terça-feira (10) da comissão lendo uma nota oficial em protesto contra o desfile de blindados da Marinha realizado na Esplanada dos Ministérios.