Polícia Federal envia ao Supremo Tribunal relatório sobre atuação de milícias digitais
Segundo as investigações, o grupo teria usado a estrutura do “gabinete do ódio” para promover os ataques.
Segundo as investigações, o grupo teria usado a estrutura do “gabinete do ódio” para promover os ataques.
No inquérito contra Bolsonaro, a Polícia Federal concluiu que o presidente cometeu crime ao divulgar resultados sigilosos de uma investigação sigilosa sobre tentativas de ataque ao TSE.
Presidente é o ministro Edson Fachin e o vice, Alexandre de Moraes.
O término do mandato do ministro Luís Roberto Barroso na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral está marcado para o próximo dia 22 de fevereiro.
Com a decisão do relator, o agravo da AGU não irá ao Plenário, e determinação de que Bolsonaro preste depoimento foi mantida.
A investigação foi determinada pelo STF em agosto do ano passado, após ministro Alexandre acolher uma notícia-crime apresentada pelo Tribunal Superior Eleitoral.
A prática nada responsável dos partidos políticos de apresentação de candidatos com elegibilidade duvidosa, além de ser uma afronta à Justiça Eleitoral, é, também, um desrespeito inominável ao eleitorado.
Na semana passada Roberto Jefferson foi autorizado a deixar o presídio onde se encontrava para a realização de exames médicos no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. Porém ontem (24), Alexandre de Moraes determinou, que o ex-deputado passe a cumprir prisão domiciliar, por complicações de saúde.
O ex-deputado teve a prisão preventiva decretada após postar em suas redes sociais diversos vídeos atacando os poderes da República e o Estado Democrático de Direito, em muitas ocasiões portando armas de fogo.
Para advogados ouvidos pela ConJur, a nova onda de ataques do presidente da República tensiona sem necessidade a harmonia entre os Poderes.