Entidades repudiam planos de Vorcaro contra jornalistas
Investigação aponta que empresário mantinha núcleo para intimidar jornalistas e silenciar críticas da imprensa.
Investigação aponta que empresário mantinha núcleo para intimidar jornalistas e silenciar críticas da imprensa.
Levantamento aponta aumento de processos por assédio desde 2020, com maioria das ações na esfera cível.
Associação alega que medida restringe transparência e cria risco de assédio a jornalistas
Prevista no artigo 1º, inciso I, da Emenda Constitucional 105/2019, essa modalidade de emendas parlamentares individuais impositivas, a serem apresentadas ao projeto de lei orçamentária anual, visa direcionar recursos a estados, ao Distrito Federal e a municípios por meio de transferência especial.
Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, autora da ação, sustenta que a pulverização da distribuição de diversas ações de reparação de danos contra um mesmo jornalista, muitas vezes em todo o país, com a imposição de enormes custos financeiros, caracteriza, de forma evidente, o chamado assédio judicial.
Para a Abraji, o assédio judicial fica evidente com a pulverização da distribuição de diversas ações, muitas vezes em todo o país.
Segundo a associação, há prática coordenada de distribuição pulverizada de processos contra um mesmo alvo, com o intuito de intimidá-los.
Alexandre de Moraes lamentou o fato de grandes veículos de comunicação — como os do Grupo Globo e a Folha de São Paulo — terem retirado seus jornalistas das entrevistas do presidente Jair Bolsonaro à porta do Palácio do Planalto por falta de segurança.