Anuário Brasileiro da Educação Básica publicado ontem (13) – os números do Ceará
Os números da adesão no Ceará, segundo o Anuário da Educação Básica no Brasil, em 2025
Os números da adesão no Ceará, segundo o Anuário da Educação Básica no Brasil, em 2025
Os próprios consultores, porém, trabalham com outros números para o período. Se o governo fala em equilíbrio em 2025, superávit de 0,25% do PIB em 2026, 0,5% em 2027 e 1% em 2028; a nota indica -0,5%, -0,4%, -0,2% e zero, respectivamente. Neste cenário, a estabilização da dívida pública viria não em 2027 como acredita o governo, mas no início da próxima década.
“Este é o Brasil eleitoral que nós, todos, conquistamos com a redemocratização de 1988. Este é Brasil eleitoral que pede passagem para firmar a história da democracia. E a Justiça Eleitoral brasileira está preparada para organizar, como está a fazer, e para realizar as eleições. E, no prazo da lei, diplomar as eleitas e eleitos, com respeito irrestrito ao escrutínio do voto popular”, disse Fachin.
O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) lidera o ranking, com 8.709 eleitos (12,76%), sendo 772 prefeitos, 660 vice-prefeitos e 7.277 vereadores.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tem 72 horas para explicar essa mudança no informativo diário
As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) caiu de 3,58% para 3,56%.
O hoje vice-prefeito de Fortaleza, Moroni Torgan, mesmo sempre liderando as pesquisas eleitorais, perdeu quatro eleições para prefeito (2000, 2004, 2008 e 2012). Em situação não tão igual, pois não liderava as pesquisas, Inácio Arruda, tal qual Moroni, também disputou um segundo turno e perdeu quatro eleições para a Prefeitura de Fortaleza (1996, 2000, 2004 e 2012).
Inácio Arruda saiu da eleição municipal de 2012 com uma votação pífia. Depois dela sofreu duas derrotas para a Câmara Federal. Heitor Férrer na última eleição para prefeito de que participou, em 2016, teve um terço dos votos que obteve em 2012.
O estudo da Cepal indica ainda que o Brasil crescerá 0,8 em 2019 relacionado ao PIB.
Presidente Bolsonaro comenta com otimismo os últimos números da economia nacional e aposta em melhorias com a aprovação das reformas, a partir da previdenciária.