Para evitar contágio de novas variantes do coronavírus Anvisa e Ministério da Saúde discutem medidas
Durante esta semana, a agência promove reuniões técnicas com as vigilâncias em saúde dos estados e municípios e as companhias aéreas.
Durante esta semana, a agência promove reuniões técnicas com as vigilâncias em saúde dos estados e municípios e as companhias aéreas.
Nesta terça-feira (25), a CPI da Covid, instalada no Senado Federal, recebeu a médica cearense Mayra Pinheiro. Defensora do tratamento precoce para o novo coronavírus (Covid-19), atualmente ela ocupa o posto de secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde. Durante sua oitiva, os dois cearenses titulares da CPI, Eduardo Girão (PODEMOS) e Tasso Jereissati (PSDB) trouxeram questões à médica.
Mayra disse que não gosta de ser chamada pelo apelido de "Capitã Cloroquina".
Para o partido, as recomendações da própria administração pública federal (do Ministério da Saúde e da Anvisa, entre outros órgãos) são claras quanto à necessidade de a população utilizar máscaras e álcool gel e não participar de aglomerações.
Mayra conseguiu junto ao STF o direito de permanecer em silêncio se for questionada sobre a crise da falta de oxigênio nas UTIs de Manaus.
A medida tem a ver com denúncias de que o Ministério da Saúde teria usado a pandemia como pretexto para contratar obras sem licitação no Rio de Janeiro.
Idilvan Alencar (PDT) enviou requerimento para o Ministério da Educação nesta quarta-feira (19).
Mayra Pinheiro, que também é secretária do Ministério da Saúde, foi apontada para ser testemunha em quatro requerimentos. Os parlamentares solicitam informações sobre temas como vacinação, omissão de dados e falta medicamentos básicos, como sedativos para a intubação dos pacientes, enquanto sobram medicamentos sem nenhuma comprovação científica.
Pazuello foi o terceiro ministro da saúde durante o Governo de Jair Bolsonaro e o que ficou mais tempo à frente da pasta durante o período da pandemia, no total 10 meses.
Ernesto Araújo deixou o Ministério em 29 de março, após receber fortes críticas, inclusive de senadores, sobre sua atuação à frente da pasta.