Ministro da Fazenda anuncia pacote de R$ 242,7 bi para alcançar superávit primário em 2023
Segundo Haddad, o pacote inclui medidas e reestimativas de receitas que elevarão a arrecadação em R$ 196,68 bilhões e redução de R$ 50 bilhões em despesas.
Segundo Haddad, o pacote inclui medidas e reestimativas de receitas que elevarão a arrecadação em R$ 196,68 bilhões e redução de R$ 50 bilhões em despesas.
A declaração ocorre num dia em que o governo teve de corrigir declarações divergentes na área econômica. Nesta última quarta-feira (04), o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse que não está em estudo nenhuma revisão da reforma da Previdência, ao contrário do que tinha anunciado na terça-feira (3) o ministro da Previdência, Carlos Lupi.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse hoje (2), durante cerimônia de posse no cargo, que o aumento "irresponsável" de dispêndios e algumas renúncias fiscais promovidas pelo governo anterior totalizariam um rombo de R$ 300 bilhões aos cofres públicos
O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou (30) duas mulheres para presidir os principais bancos públicos brasileiros – a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.
O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou hoje (22) mais quatro integrantes da sua equipe, que assumirão as funções a partir de 2023.
O ministro disse ter em mente alguns nomes para a equipe econômica, mas que só começará a fazer os convites agora, após ter sido confirmado ao cargo.
Haddad e Macena haviam sido condenados na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo por falsidade ideológica eleitoral. O juiz Francisco Carlos Inouye Shintate havia constatado irregularidades na prestação de contas relativa a despesas com materiais gráficos da campanha.
Declarações públicas do presidente Artur Lira dizendo que não irá examinar as acusações configuram "atitude afrontosa aos atributos do cargo que ocupa" e "rematado abuso de poder", alegam Fernando Haddad e Rui Falcão.
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis Júnior, deu provimento ao recurso do candidato ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para trancar uma ação penal pelos supostos crimes de injúria e difamação em razão de uma entrevista na qual ele teria criticado o bispo Edir Macedo.
Os ministros afastaram as acusações por inexistir provas seguras para demonstrar o uso abusivo do jornal para a candidatura, ou o uso de bem público e coação de servidores do Estado.