INSS prepara plano para ressarcir aposentados vítimas de fraude
Proposta foi discutida em reunião com advogados da União na sexta-feira (02)
Proposta foi discutida em reunião com advogados da União na sexta-feira (02)
Atual secretário-executivo da pasta, ex-deputado Wolney Queiroz, assume cargo.
Carlos Lupi deverá apresentar aos parlamentares os planos e a agenda estratégica da Pasta para os próximos anos.
“Em agosto, mais de 1 milhão de brasileiros entraram com algum pedido dentro “Meu INSS” ou na Previdência Social. Pedido de todo tipo, como aposentadoria, pensão, salário-acidente, salário-gestante, entre outros. É o recorde da nossa história", ressaltou.
Na avaliação do coordenador da frente, deputado André Figueiredo (PDT/CE) a Previdência e outras conquistas sociais passaram por um processo de desconstrução nos últimos seis anos. O deputado citou como exemplo a diminuição do benefício de pensão por morte com a reforma da previdência.
Em fevereiro, quando anunciou a realização de mutirões para reduzir fila da perícia médica, o ministro Carlos Lupi destacou que o atendimento se daria com prioridade aos estados que concentram as maiores filas de beneficiários: Bahia, Ceará e Pernambuco.
De acordo com Lupi, para zerar as filas do INSS, o governo precisa fazer uma suplementação orçamentária (remanejamento de verbas) para conceder até 900 mil benefícios a mais que o previsto e zerar a fila em 2023.
Durante a convenção deste sábado, em seu pronunciamento, Lupi lembrou as derrotas do PDT em 2022 e mandou um recado para Sarto e para os eleitores fortalezenses. "Fortaleza, não falhe jamais. Sarto, vitória, vitória, vitória". Ainda de acordo com ele, Sarto deve ser o prefeito mais votado da história da Capital cearense. "Estamos construindo o começo da nossa história de resistência".
Segundo Lupi, o Banco do Brasil e a Caixa concentram, juntos, cerca de 12 milhões de um total de 37 milhões de beneficiários. Por isso, a ideia é iniciar o projeto com esses dois bancos públicos, mas não deixar de buscar parceiros privados.
A determinação consta de portaria assinada nesta última terça-feira (24) pelo ministro da Previdência, Carlos Lupi, durante evento que comemorou os 100 anos da Previdência Social.