“Coaf vai continuar trabalhando para prevenção da lavagem de dinheiro”, afirma Moro
Sergio Moro afirma que Coaf é órgão técnico e continuará a prevenir lavagem de dinheiro.
Sergio Moro afirma que Coaf é órgão técnico e continuará a prevenir lavagem de dinheiro.
Durante evento de lançamento do livro Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas na sede do Jornal O Estado de São Paulo, na capital paulista, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que não será no seu “turno” como ministro que a operação Lava Jato vai retroceder.
Moro volta a defender que lei garanta prisão em segunda instância. No pacote de Lei anticrime, que está tramitando na Câmara dos Deputados, há previsão de execução provisória em segunda instância, com base em quatro precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2016.
Moro diz que está aberto a negociar mudanças no pacote anticrime. Ministro também detalhou programa para melhorar sensação de segurança em municípios mais afetados pela violência.
Governo fará combate ao crime junto com estados e municípios. A ideia é firmar convênios para, que os governos possam atuar conjuntamente nas cidades com altos índices de crimes violentos, desenvolvendo ações de segurança pública e de promoção social.
Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, confirmou presença na audiência pública da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) que ocorrerá na próxima quarta-feira (27), a partir das 10h
CCJ receberá ministro Sergio Moro no dia 27 para falar sobre pacote anticrime.
A Justiça Eleitoral não está preparada para julgar crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, mesmo quando associados a crimes eleitorais.. Foi o que afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
A bancada federal cearense na Câmara dos Deputados se reuniu, nesta terça-feira (26), com o ministro da Justiça, Sérgio Moro. Na pauta o Projeto Anticrime do governo Bolsonaro.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defende o Projeto de Lei Anticrime durante um seminário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com o ministro, o projeto não é uma "resposta mágica" para os problemas da segurança pública, mas é um passo importante para o enfrentamento do crime organizado.