Aprovada inclusão de educação financeira no currículo dos ensinos fundamental e médio
Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados
Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados
Senador argumenta que os índices de endividamento das famílias vêm crescendo no Brasil, com baixa taxa de poupança e pouco domínio de conceitos básicos de finanças pessoais
Durante a audiência, representantes da Associação dos Bancos (Assban), da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito e especialistas na área jurídica e educacional apresentaram suas contribuições sobre a importância dessa iniciativa. Eles destacaram que a educação financeira é um conhecimento essencial para a formação de cidadãos capazes de tomar decisões financeiras adequadas.
O objetivo é capacitar crianças e jovens para que se tornem adultos conscientes e responsáveis com relação a seus gastos e investimentos financeiros.
"O que acontece hoje é que realmente nossos alunos não têm noção da questão financeira. Nós não temos poupança no pais. O próprio governo não aplica corretamente a questão da administração financeira, basta ver o nosso Orçamento [federal]", disse o autor de um projeto de lei sobre o tema, senador Izalci Lucas.
A meta é promover educação financeira e proteção às mulheres, sobretudo, mães solo, com destaque para a construção de uma reserva financeira para subsidiar, no futuro, os estudos de filhos, netos e sobrinhos.
É o que propõe um projeto do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Durante o debate, os estudantes citaram as situações econômicas do País e o futuro das novas políticas voltadas ao tema da economia.
Apresentado pelo deputado Amom Mandel o texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Serão abordados temas como poupança, consumo consciente, investimentos, proteção contra fraudes com o objetivo de qualificar mais de 500 mil trabalhadores.