Senadores querem exame nacional como requisito para o exercício da medicina
A Comissão de Educação e Cultura (CE) aprovou nesta terça-feira (17) projeto que torna obrigatória a aprovação no exame de proficiência para o exercício da Medicina.
A Comissão de Educação e Cultura (CE) aprovou nesta terça-feira (17) projeto que torna obrigatória a aprovação no exame de proficiência para o exercício da Medicina.
A comissão também vai discutir o projeto que cria mecanismos de transparência pública e controle social na rede pública de ensino. O texto obriga a divulgação para a população de informações sobre a prestação de contas dos recursos públicos repassados.
Na avaliação do senador Flávio Arns, solicitante da discussão, é importante discutir sobre a rede superior particular por desempenhar papel fundamental na sociedade, “contribuindo para a educação do povo brasileiro e para a democratização do acesso ao ensino”.
O relator mencionou dados do Censo de 2010 realizado pelo IBGE indicam que 86,6% da população se declara seguidora do cristianismo. Desse total, 64,6% pertencem à Igreja Católica e 22,2% se dizem evangélicos. Além disso, Amin explica que não há quem possa negar que o Brasil é um país que possui uma rica diversidade religiosa em função da miscigenação cultural.
Durante a audiência, representantes da Associação dos Bancos (Assban), da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito e especialistas na área jurídica e educacional apresentaram suas contribuições sobre a importância dessa iniciativa. Eles destacaram que a educação financeira é um conhecimento essencial para a formação de cidadãos capazes de tomar decisões financeiras adequadas.
O objetivo é capacitar crianças e jovens para que se tornem adultos conscientes e responsáveis com relação a seus gastos e investimentos financeiros.
O requerimento apresentado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR) é para a apresentação de um balanço das atividades do ministério em 2023 e dos desafios para 2024.
A proposta, da Câmara dos Deputados, foi relatada pelo senador Cid Gomes (PDT-CE). Caso não haja recurso para votação em Plenário, a proposta seguirá sanção.