Damares critica prisão de Bolsonaro e pede foco no Banco Master
Senadora diz que foco deve ser apuração técnica sobre prejuízos a fundos de pensão e “papéis podres”.
Senadora diz que foco deve ser apuração técnica sobre prejuízos a fundos de pensão e “papéis podres”.
Senadora afirma que apuração sobre ONGs começou por iniciativa do próprio ministério em 2022.
Em protesto, a senadora alega apoio às vítimas e a Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, que denunciou, junto com o movimento Me Too.
A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro Christiane Brito lembrou que no início da pandemia de covid-19 o Executivo concedeu R$ 1 bilhão para o nanocrédito feminino.
O documento, que traz vários anexos de fotos feitas na Terra Indígena (TI) Yanomami, ressalta ainda que a ministra perpetuou, junto ao ex-presidente da Funai, Marcelo Xavier, e o ex-presidente Jair Bolsonaro, uma "política de morte".
O Prerrogativas ajuizou notícia-crime contra a ministra após ela afirmar ter descoberto que crianças do arquipélago de Marajó (PA) são traficadas para o exterior e submetidas a mutilações corporais e regimes alimentares que facilitam abusos sexuais.
No último sábado (8), durante culto em um templo evangélico de Goiânia-GO, Damares disse ter descoberto há três anos que crianças de Marajó são traficadas para o exterior e submetidas a mutilações corporais e regimes alimentares que facilitam abusos sexuais.
O Disque 100, comandado pelo Ministério da Mulher, é o número gratuito pelo qual o governo federal recebe denúncias de violação de direitos humanos. E estava sendo usado para outros fins.
Ela vai dar explicações sobre nota técnica emitida pelo Ministério com posição contrária ao passaporte vacinal e à obrigatoriedade da vacinação infantil contra a Covid-19.
Ministra Damares Alves fez o pronunciamento durante transmissão em rede nacional de rádio e televisão.