Vacina brasileira contra covid entra na fase final de estudos
País publicou primeiro artigo científico sobre testes de segurança
País publicou primeiro artigo científico sobre testes de segurança
Na 27ª sessão da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (COP27) que se realiza este ano no Egito, um dos programas brasileiros apresentados é o AdaptaBrasil, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações – MCTI, sobre os impactos das mudanças climáticas em todo o território nacional, que oferece subsídios para tomada de decisões por parte de gestores responsáveis.
O tema proposto na edição de 2022 busca uma reflexão ''sobre o processo histórico da Independência do Brasil na construção e desenvolvimento da nação brasileira''.
O orçamento estimado para este ano é de pouco mais de R$ 9 bilhões, mas as despesas somam cerca de R$ 15 bilhões.
Ao anunciar os projetos selecionados, o ministro Marcos Pontes destacou a importância da ciência para o combate à Covid-19.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações defendeu que o investimento para a produção de imunizantes no país é mais vantajoso do que a simples importação do produto finalizado.
O objetivo é debater o tema das vacinas, incluindo contratos firmados, o atual estágio de produção dos imunizantes, iniciativas diplomáticas e comerciais para a ampliação da oferta diária do produto e o apoio governamental a pesquisas para a fabricação de vacinas totalmente nacionais.
O documento foi assinado na última quinta-feira (11) pelo presidente Jair Bolsonaro, em ato no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Os estudos para implementação de centros de tecnologia em inteligência artificial e cyber-segurança ainda estão em andamento e que detalhes como localização, temática, investimentos e parceiros desses centros ainda não estão definidos, mas serão publicados em um edital a ser lançado em breve.