Comissão Temporária da Covid-19 do Senado aprova relatório final apontando omissão do Governo Bolsonaro
A comissão foi instalada em março deste ano motivada pela crise de oxigênio que atingiu Manaus no auge da pandemia.
A comissão foi instalada em março deste ano motivada pela crise de oxigênio que atingiu Manaus no auge da pandemia.
O estudo apontou ainda que mais pessoas dependentes do Sistema Único de Saúde (SUS) acabaram por resultar em menos óbitos, quando em comparação com o sistema privado, o que pode apontar melhor eficiência do sistema público.
Instalada em 3 de março, a Comissão Temporária da COVID-19 funcionaria até 30 de junho, mas teve seu prazo de funcionamento prorrogado e agora vai até 10 de novembro.
Segundo Adriana Vieira, o Ministério da Saúde disponibiliza R$ 7,8 bilhões anuais em contratos de consignados, num aporte que gera R$ 9,3 bilhões em renúncia fiscal.
O colegiado vai discutir o cumprimento do plano de vacinação e tratar da capacidade de atendimento e condições de abastecimento dos sistemas de saúde municipais.
Se for aprovada, a moção será encaminhada a todos os países membros do G20, organismos da Organização das Nações Unidas, especialmente a Organização Mundial da Saúde (OMS), países da OCDE, parlamentos europeu e inglês e Congresso americano.
Durante reunião remota da Comissão Temporária da COVID-19 ocorrida nesta segunda-feira (22), a senadora Kátia Abreu fez um alerta para que haja diminuição dos casos: ''O Brasil precisa de 100 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 com urgência, para que um terço da população seja imunizada e a curva de infecção diminua'', afirmou.