Mais de 130 pessoas presas por atos golpistas em Brasília foram soltas
Segundo dados do Supremo, foram libertadas até o momento 1.014 pessoas, das quais 407 são mulheres. Outros 392 indivíduos permanecem presos, sendo 82 mulheres.
Segundo dados do Supremo, foram libertadas até o momento 1.014 pessoas, das quais 407 são mulheres. Outros 392 indivíduos permanecem presos, sendo 82 mulheres.
A decisão, aprovada na manhã desta quinta-feira (9), no plenário da Câmara Legislativa do DF.
Para o ministro Alexandre de Moraes, a grande maioria dessas mulheres, no atual momento, não representa risco processual ou à sociedade e pode responder em liberdade porque elas não são executoras principais ou financiadoras da depredação e apresentam situações pessoais compatíveis com a liberdade provisória.
O magistrado também fixou como competência do Supremo processar e julgar integrantes das Forças Armadas envolvidos na invasão e depredação da corte, do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional.
A ministra voltou a classificar como “deploráveis” e “ignóbeis” os ataques às sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do STF e disse que esses acontecimentos devem ser relembrados para que não se repitam.
Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal, um mês após os atos de vandalismo na praça dos Três Poderes, permanecem presos 611 homens e 305 mulheres, mais 20 policiais militares e 1 integrante da Marinha.
o relembrar o último mês, Pacheco afirmou que, apesar de causarem estarrecimento no Brasil e no mundo, os atos geraram uma resposta "célere e firme" das instituições, com a reunião entre chefes de Poderes e representantes dos Estados, que vieram a Brasília demonstrar solidariedade e união.
A ministra destacou que, a despeito das agressões de 8 de janeiro, a continuidade dos trabalhos institucionais "nesta mesma sede histórica, neste mesmo Plenário reconstituído", paralelamente às ações destinadas a reparar os danos causados ao patrimônio público e a promover a responsabilização dos autores, "é a resposta fundamental que se impunha aos atos de violência contra as instituições democráticas".
Com o auditório da PRF lotado e a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, além de autoridades e servidores, o novo diretor-geral agradeceu o desafio de chefiar a instituição em um momento de reconstrução do país e prometeu resgatar a essência da Polícia Rodoviária Federal como polícia cidadã e defensora da democracia.
A mostra planejada em 2022, no período de transição para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi efetivamente criada para marcar a retomada do setor cultural no Brasil.