Alexandre de Moraes completa seis anos como ministro do Supremo Tribunal Federal
Nomeado pelo então presidente da República Michel Temer, ele foi indicado à Corte em fevereiro de 2017, na vaga decorrente da morte do ministro Teori Zavascki.
Nomeado pelo então presidente da República Michel Temer, ele foi indicado à Corte em fevereiro de 2017, na vaga decorrente da morte do ministro Teori Zavascki.
Sob pena de multa diária no valor de R$ 100 mil, a plataforma deve enviar ao Supremo Tribunal Federal publicações feitas por Gustavo Gayer (PL-GO). O parlamentar é investigado por supostos crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação) contra ministros e senadores da República.
O objetivo é apurar casos de constrangimento, humilhações, ameaças e ações que dificultam a participação política de mulheres na vida pública.
A declaração ocorreu após os ministros decidirem, por unanimidade, reformar decisões dos Regionais nos casos de Porto de Moz- PA e Canindé de São Francisco- SE que não constataram o ilícito nos casos analisados. Em um terceiro processo, os ministros confirmaram decisão do TRE da Paraíba que concluiu pelo mesmo tipo de fraude na eleição em Nazarezinho- PB.
Ibaneis foi afastado pelo ministro por 90 dias após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O afastamento terminaria no dia 9 de abril.
Na decisão, além de rejeitar o recurso de Bolsonaro, o ministro disse que a conduta deste “extrapolou os limites de atuação como chefe de Estado”.
Alexandre de Moraes também destacou que não é preciso mitigar o direito à liberdade de expressão para combater fake News. Basta fazer alterações procedimentais.
O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, lembrou que já está em conversa com as plataformas digitais para que esses filtros sejam aplicados também no combate aos ataques à democracia e ao Estado Democrático de Direito.
Durante a sessão da Corte, Moraes também apresentou dados sobre o andamento das investigações.
A decisão, aprovada na manhã desta quinta-feira (9), no plenário da Câmara Legislativa do DF.