Bolsonaro anuncia sua desfiliação do PSL de modo amigável
Presidente comunica sua decisão de deixar o PSL, mas ressalva que é uma separação amigável, mesmo indo fundar o seu próprio partido.
Presidente comunica sua decisão de deixar o PSL, mas ressalva que é uma separação amigável, mesmo indo fundar o seu próprio partido.
Às vésperas de acompanharem o presidente Jair Bolsonaro no desembarque do PSL, os deputados estaduais Delegado Cavalcante e André Fernandes partiram em defesa das ações do Governo Federal em prol da região Nordeste e do Ceará.
Os deputados André Fernandes e Delegado Cavalcante, conforme adiantado pelo Blog do Edison Silva devem deixar os quadros do PSL, assim como o presidente da República, Jair Bolsonaro. No entanto, o presidente do partido no Ceará, o deputado federal Heitor Freire permanecerá na legenda.
A crise entre a ala bolsonarista e a ala bivarista (ligada a Luciano Bivar) no PSL deve mesmo levar o presidente Jair Bolsonaro a trocar de sigla eleitoral. Em entrevista à TV Record, exibida na noite deste domingo (03), o presidente falou ser grande a chance de deixar o partido para criar uma nova sigla.
Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), afirmou que quando pediu a prisão do ex-assessor do então deputado Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, em fevereiro passado, recebeu ligação do presidente da República, Jair Bolsonaro, que reclamou das críticas feitas. O tucano respondeu às perguntas feitas pela deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), que pediu o colegiado para convocar outros citados por Frota durante o interrogatório.
O deputado André Fernandes demora muito pouco no plenário da Assembleia, quando resolve ir à sessão. Na entrevista ele justifica sua ausência.
Um dia após assumir a liderança do PSL na Câmara, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) indicou treze parlamentares para assumirem o cargo de vice-líderes da sigla. Os novos indicados assumem após destituição dos parlamentares que atuavam sob o comando do então líder Delegado Waldir (PSL-GO).
Juiz de Brasília diz na decisão sobre o PSL que para a expulsão de filiado do partido, é necessário que seja seguido o trâmite determinado pelas normas existentes e elaboradas pela própria agremiação, e, não ocorrendo o devido processo, tem-se por existente o cerceamento de defesa.
Desde a semana passada que os deputados do PSL estão divergindo quanto à indicação do líder do partido na Câmara. Na primeira lista Eduardo Bolsonaro perdeu. Nesta segunda-feira ele conseguiu o número de assinaturas suficientes e foi reconhecido como líder, mas no fim da tarde duas novas listas surgiram contestando o seu nome.
Este é o segundo dirigente do PSL na Capital cearense a deixar o comando da agremiação em apenas quatro meses. Em junho, o deputado estadual André Fernandes foi destituído do cargo.