Reunião do PSDB é voltada para discutir impeachment do presidente Jair Bolsonaro
A convocação vem após Bolsonaro, mais uma vez, ameaçar o Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente o ministro Alexandre de Moraes, e prometer não aceitar medidas.
A convocação vem após Bolsonaro, mais uma vez, ameaçar o Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente o ministro Alexandre de Moraes, e prometer não aceitar medidas.
Tasso, conhecendo o tamanho do seu partido, não participaria, como de fato tudo indica não participará, daquilo que antecipadamente podemos denominar de aventura.
As conversas de Lula com as lideranças políticas locais focaram em diálogos sobre o País e contra o presidente Jair Bolsonaro. O petista buscou se encontrar com políticos de diferentes matizes ideológicas, que concordam e discordam dele, mas que valorizam a defesa da democracia.
Não será fácil, até a data limite de oficialização das candidaturas, encontrar-se um nome capaz de unir as forças contrárias aos extremistas de direita e de esquerda.
Tasso pode não ir até o fim da disputa, marcada para novembro. Desde o anúncio do seu nome como candidato, ele tem demonstrado pouco entusiasmo com a ideia, ao tempo que demonstra simpatia pela postulação do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, já emitiu parecer favorável à ação.
O governador de São Paulo, João Dória, difere do posicionamento de Tasso, e quer ser candidato à Presidência da República.
O grupo político é composto pelo prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa; a deputada estadual Fernanda Pessoa, o deputado federal Danilo Forte.
As eleições de 2018 deixaram o PSDB bem menor. Até agora nada aconteceu para o partido gerar a expectativa alvissareira para 2022.
Em 2022, o senador completa oito anos de mandato no Senado Federal, e poderá tentar reeleição ou disputar uma vaga no Executivo.