Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE
Queda é atribuída à redução do trabalho sem carteira no setor privado e ao aumento de autônomos com CNPJ.
Queda é atribuída à redução do trabalho sem carteira no setor privado e ao aumento de autônomos com CNPJ.
A chamada população sobre-educada passou de 26% em 2012 para 38% entre 2020 e 2023. Incidência é maior entre homens e jovens
Renda dos 10% mais ricos é 14,4 vezes superior à dos 40% mais pobres. A diferença entre rendimentos é a menor já registrada, segundo o IBGE.
De 2020 para 2021, a renda média do trabalhador já havia caído 7% ao passar de R$ 2.949 para R$ 2.743, uma perda de 7,9% em seu poder de compra em dois anos.
De acordo com os pesquisadores, o acesso à internet por meio da telefonia móvel celular é um recurso de comunicação e de obtenção de informação que vem sendo visto cada vez mais no cotidiano de número crescente de pessoas.
Registraram estabilidade na taxa o Distrito Federal, Amapá, Ceará, Mato Grosso e Rondônia.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada pelo IBGE.
A população desocupada ficou em 12 milhões de pessoas, 6,6% abaixo do trimestre anterior (menos 858 mil pessoas) e 18,3% abaixo do trimestre encerrado em janeiro de 2021 (menos 2,7 milhões).
A taxa de desocupação no primeiro trimestre de 2021 foi recorde em sua série histórica iniciada em 2012, no Estado do Ceará, atingindo 15,1%.
A meta do Brasil é erradicar o trabalho infantil até 2025, conforme compromisso assumido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.