Ouvidoria da Mulher do TSE é canal permanente de escuta
Em três anos de atuação, o órgão realizou atendimentos sobretudo no fornecimento de informações sobre violência e assédio políticos.
Em três anos de atuação, o órgão realizou atendimentos sobretudo no fornecimento de informações sobre violência e assédio políticos.
No encontro, tratou-se de um possível Acordo de Cooperação técnica entre a Ouvidoria da Mulher e a CGE para o fornecimento pela Controladoria do código-fonte de um sistema que autua automaticamente as demandas recebidas por WhatsApp.
Além dos canais como a Ouvidoria da Mulher e o Sistema de Alerta de Desinformação, o Tribunal tem promovido ações para a conscientização acerca do tema, como seminários, cartilhas e campanhas.
Na nova sede do TRE, tomou posse como ouvidora da Mulher a juíza da Corte eleitoral, dra. Kamile Moreira Castro, que também é suplente na Ouvidoria do TRE.
A Ouvidoria Nacional da Mulher foi instalada no dia 8 de março deste ano, Dia Internacional da Mulher, para ser um espaço para receber denúncias, reclamações relativas a casos de violência e pedidos de orientação. O canal pode ser acionado por e-mail, telefone, whatsapp, cartas e presencialmente. A ouvidora do Conselho tem percorrido os tribunais de todo o país para divulgar e ajudar a abrir esses canais.
A unidade, que está ligada à Ouvidoria do TSE, passa a ser um serviço permanente para recebimento de denúncias de assédio e discriminação de todas as mulheres e não apenas daquelas que trabalham na Justiça Eleitoral.
Será um espaço para o recebimento de informações, sugestões, reclamações e denúncias sobre a tramitação de procedimentos judiciais relativos à violência contra a mulher.