Opositor cobra medidas eficientes para coibir facções criminosas no Ceará
Deputado reclamou da falta de respostas concretas por parte do Governo do Estado
Deputado reclamou da falta de respostas concretas por parte do Governo do Estado
Não deixa de ser surpreendente. Até porque nunca se estudou tanto o Direito no Brasil. Nunca se falou tanto em Estado Democrático de Direito, aquele em que a força da lei se impõe sobre todos, governantes e governados, sem que ninguém se sobreponha a ela. Talvez estejamos a caminho do Estado Paralelo do “direito informal”. Aquele em que os delinquentes produzem as regras e as aplicam nos seus tribunais presididos por apenados, que ditam suas decisões diretamente do cárcere. A grande lição de Cesare Beccaria que, desde 1764 ecoa no mundo: “é melhor prevenir os crimes do que punir”, não foi assimilada entre nós. Além de não prevenir, não se desestimula a opção pela delinquência.
O STF inicia julgamento sobre homologação do Plano Pena Justa, focado em resolver a crise nos presídios brasileiros.
Em dado momento do pronunciamento, o parlamentar chegou a afirmar que candidatos de esquerda não são incomodados por grupos criminosos em algumas áreas de Fortaleza, e criticou a liberação de visitas íntimas para presos próximo do dia das eleições.
O postulante também foi condenado a pagar multa de R$ 45 mil pelo ato.
Ele cobrou que medidas fossem tomadas para garantir a segurança e o pleno exercício dos postulantes no pleito que se avizinha.
Com a abertura dos trabalhos da 1ª sessão extraordinária remota da segunda sessão legislativa da 31ª Legislatura da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), realizada nesta terça-feira (25/06), 23 propostas iniciaram tramitação na Casa.
O parlamentar repetiu o mantra de cobrar do governador Elmano de Freitas um plano de Governo específico para a área da Segurança Pública.
Ele ainda criticou o que chamou de "cheque em branco" dado pela pasta ao governador Elmano de Freitas para que ele faça o que quiser na área.
“Precisamos ouvir os profissionais e os estudiosos da área de segurança pública para podermos criar um modelo capaz de combater o crime. É inadmissível que facções dominem o nosso Estado, que o tráfico de drogas alcance o poderio econômico e a força que tem”, disse Tony Brito.