‘Abin paralela’: veja fundamentos que levaram investigação contra Carlos Bolsonaro
Segundo o ministro Moraes, as provas obtidas até o momento indicam a existência de uma "organização criminosa" realizando ações clandestinas na Abin.
Segundo o ministro Moraes, as provas obtidas até o momento indicam a existência de uma "organização criminosa" realizando ações clandestinas na Abin.
O pedido de acesso às investigações foi feito pela CGU, que pretende apurar a conduta de servidores públicos envolvidos nos fatos investigados.
Valdemar Costa Neto explicou as críticas que recebeu o aproximando da figura do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com ele, o que falou foi que ''Lula era popular no passado'' e que não chega aos pés de Bolsonaro. Neto se coloca a disposição de fazer quantos elogios for necessário para que sua relação com Bolsonaro esteja plenamente reestabelecida, logo refletida nas tomadas de decisões do partido ao longo de 2024.
No dia 13 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes incluiu Bolsonaro na investigação sobre a invasão às sedes dos Três Poderes, para apurar se o ex-presidente incitou os atos ao compartilhar o vídeo nas redes sociais no dia 10 de janeiro.
Ministro Alexandre de Moraes acolheu manifestação da PGR para analisar eventual conexão entre esses fatos e o inquérito das milícias digitais.
Plenário deve iniciar na terça (24) a análise de Aijes contra Bolsonaro por supostas irregularidades nas comemorações do Bicentenário da Independência.
Durante o julgamento de ontem (17), os ministros começaram a discutir a liberação para que candidatos à reeleição nas eleições municipais de 2024 possam usar a estrutura das residências oficiais para transmissões, mas com regras, como fundo da live neutro, sem emprego de recursos e servidores públicos. Contudo, não houve consenso, e a discussão será retomada na sessão de quinta-feira (19).
Para a relatora, “os golpes modernos à esquerda e à direita, não usam tanques, cabos ou soldados. O golpe deve fazer uso controlado da violência. É preciso, sobretudo, que o golpe não pareça golpe”.
Em caso de condenação, o ex-presidente pode ficar inelegível por oito anos pela segunda vez. Contudo, o prazo de oito anos continua valendo em função da primeira condenação e não será contado duas vezes.
Os processos começaram a ser julgados na terça-feira (10) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas o julgamento acabou suspenso, após as sustentações orais das partes e do MP Eleitoral.