MEC estuda volta do Enem como certificado do ensino médio em 2025
MEC estuda retorno do Enem como certificação de conclusão do ensino médio e propõe convergência com o Saeb a partir de 2025.
MEC estuda retorno do Enem como certificação de conclusão do ensino médio e propõe convergência com o Saeb a partir de 2025.
Equipes técnicas do ensino médio das secretarias de educação estaduais e distrital, bem como do MEC e dos conselhos de educação estaduais, iniciarão formação especializada na segunda-feira (23).
A Câmara dos Deputados aprova mudanças na reforma do ensino médio. Os deputados analisaram alterações feitas no Senado e excluiram a obrigatoriedade do ensino do espanhol. O projeto segue para sanção presidencial.
Pedido de vista coletivo da Comissão de Educação do Senado adiou para a partir da semana que vem a apreciação de projeto de lei que prevê uma nova reforma do ensino médio.
Segundo o parlamentar, 8.241 alunos oriundos do Ensino Fundamental na Capital não conseguiram vagas na rede estadual de ensino.
O pagamento de R$ 200 da primeira parcela do Programa Pé-de-Meia começa nesta terça (26) para estudantes nascidos em janeiro e fevereiro. O pagamento será feito até 7 de abril, de acordo com o mês de nascimento do estudante. Serão beneficiados alunos que estiverem matriculados em qualquer série do ensino médio na rede pública e com informações consolidadas e enviadas pelas redes de ensino até 8 de março.
Embora o detalhamento sobre valores que serão depositados nas poupanças e efetivação dos saques devam ser regulamentados em outra publicação, a lei já define quem poderá participar do programa. Os principais critérios são relacionados à educação e renda.
O objetivo é enfrentar um dos maiores desafios atuais da educação: a permanência de jovens de baixa renda no ensino médio.
Pela proposta, estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas podem ter direito a bolsa de estudo mensal. O texto do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) segue para a Comissão de Educação (CE).
O modelo de ensino médio que começou a vigorar no ano passado havia sido aprovado em 2017. No entanto, as mudanças no currículo foram alvo de diversas críticas, especialmente das entidades estudantis e de professores.