Após CGU encontrar irregularidades em documentos, ministério da Saúde decide cancelar compra da vacina Covaxin
De acordo com Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União, foram detectadas suspeitas de fraudes em dois documentos.
De acordo com Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União, foram detectadas suspeitas de fraudes em dois documentos.
Luis Miranda, por sua vez, afirmou não ter dúvidas de haver "algo muito grave" no Ministério da Saúde.
Documento com o memorial da reunião diz que o medicamento foi oferecido por US$ 10 a dose e que, em razão do montante elevado de doses, esse valor poderia ser reduzido.
O ministro foi convidado pelo colegiado para prestar esclarecimentos sobre as ameaças feitas ao deputado Luis Miranda (DEM-DF) e ao servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo, após denúncias sobre suspeita de corrupção na compra da vacina Covaxin.
A investigação da PF decorre da decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, atendendo a pedido da Procuradoria-Geral da República, determinou a abertura de inquérito para investigar o presidente.
Fiscal de contratos da pasta disse que Willian Santana teria sido o responsável por avisar à Precisa que as invoices (faturas) continham irregularidades.
Os parlamentares esperam que Willian Santana informe sobre o contrato celebrado com a Bharat Biotech, representada no Brasil pela Precisa Medicamentos para o fornecimento de 20 milhões de doses da vacina Covaxin.
Como diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias tinha a competência de comprar insumos e vacinas.
A servidora reconheceu que o pagamento de tributos em separado pela Madison Biotech "não seria cabível".
A denúncia foi feita pelo policial militar, Luiz Paulo Dominguetti, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply.