CPMI do INSS recebe dados sigilosos de Daniel Vorcaro
Decisão do ministro André Mendonça também ordena compartilhamento de provas com a Polícia Federal
Decisão do ministro André Mendonça também ordena compartilhamento de provas com a Polícia Federal
Entre os pedidos aprovados estão os que atingem o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, e George Washington de Oliveira Sousa, condenado a nove anos e quatro meses de prisão pela tentativa de atentado a bomba próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília, em dezembro 2022.
Segundo Cármen Lúcia, os fatos investigados, que se vinculam diretamente aos objetivos da CPI, devem ser aclarados, "importando para a perfeita elucidação do objeto investigado".
Os dois nomes são investigados por propagar fake news acerca de aquisição de vacinas e sobre ilegalidades nos requerimentos de quebra de sigilo restringidos ao período da pandemia.
Os principais nomes citados são do deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do Governo na Câmara Federal, supostamente envolvido na compra da Vacina Covaxin, de acordo com falas de Jair Bolsonaro; e do deputado Luis Miranda (DEM-DF).
Os senadores pretendem obter, das empresas de tecnologia, detalhes sobre o motivo de elas não terem retirado do ar conteúdos que divergem daquelas que têm, por base, evidências científicas para evitar a propagação da COVID-19.
Cármen Lúcia sustenta que "os direitos e garantias fundamentais, a todos assegurados e que têm de ser respeitados nos termos constitucionalmente estabelecidos, não são biombos impeditivos da atuação legítima e necessária do poder estatal, no desempenho de suas atividades legítimas, necessárias e exercidas nos limites juridicamente definidos" apoiando a investigação da CPI.