Vice-presidente eleito Geraldo Alckmin apresenta proposta da PEC da Transição
A minuta da equipe de transição prevê que o programa seja excluído do teto de gastos de forma permanente.
A minuta da equipe de transição prevê que o programa seja excluído do teto de gastos de forma permanente.
O vice-presidente eleito e coordenador-geral da equipe de transição, Geraldo Alckmin, anunciou hoje (16) os nomes dos coordenadores de mais 16 grupos de trabalho (GTs) para atuarão na transição do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante o anúncio de novos nomes para o Gabinete da Transição, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, destacou que o combate ao desmatamento será uma prioridade do novo governo e, por isso, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva está a caminho da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, a COP27.
O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), coordenador-geral do Gabinete de Transição, anunciou hoje (14) 61 novos nomes que vão integrar as equipes de transição para o futuro governo. Eles vão fazer parte de seis grupos temáticos: Educação, Esporte, Infraestrutura, Juventudes, Cidades e Cultura. Foram anunciados também integrantes do subgrupo Infância, dentro do grupo Direitos Humanos.
Os parlamentares vão discutir nesta terça-feira (8), a chamada PEC da Transição. O encontro estava inicialmente previsto para as 10h desta terça.
De acordo com Geraldo Alckmin, a partir de segunda-feira (7) começarão uma série de reuniões de trabalho. De acordo com a legislação, 50 pessoas podem ser nomeadas para atuar no período de transição, grupo que pode ter ainda servidores federais e voluntários. Os nomes, segundo o vice-presidente eleito, também devem começar a ser anunciados na segunda-feira.
Lula defendeu a necessidade de união de políticos de todas as matrizes ideológicas para combater o projeto de Bolsonaro, tido como antidemocrático.
O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores aprovou a coligação nacional com o PSB.
Como a oficialização das candidaturas só efetivamente acontecerão nas convenções partidárias, todos os nomes ora postos, podem, por alguma razão, estar sujeitos a não serem homologados.
Essa coligação ainda precisa ser aprovada pelo Diretório Nacional do PT em reunião marcada para dia 13/04.