
Lula durante o anúncio em São Paulo de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto. Foto: Reprodução/YouTube.
O ex-presidente Lula (PT) fez o discurso lido, no lançamento da sua pré-candidatura à Presidência da República, ocorrido no sábado (07). Havia uma preocupação de seus aliados com uma fala de improviso, visto que, nos últimos dias, ele havia dito frases com repercussões negativas.
Mas, o discurso lido, atendeu à preocupação dos aliados e foi realmente no momento que exigia, para ele e para qualquer outro presidenciável. É um sinal de responsabilidade e respeito ao cargo pretendido. Naquele momento, o pré-candidato já assumiu compromissos com seus dizeres. Ele começou falando da necessidade de união de políticos de todas as matrizes ideológicas para combater o projeto de Bolsonaro, tido como antidemocrático.
Lula voltou a falar da repartição dos Poderes. Recentemente, ele tinha dito que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, ao controlar parte substanciosa do Orçamento da União, estava querendo ser o “Imperador do Japão”, no que foi ironizado pelo alagoano ao responder que o “Imperador do Japão não manda em nada e, sim, o primeiro ministro”.
O presidenciável defende o Legislativo fazendo leis, o Judiciário julgando e o Executivo administrando.
O petista ainda falou que “atualmente é um homem apaixonado” e que se casará nos próximos dias. Atualmente ele é viúvo. Mesmo apaixonado e em plena lua de mel, ele começa a fazer campanha, começando por Minas Gerais, neste mês. E fez advertências a adversários.
Geraldo Alckmin (PSB), ex-governador de São Paulo, é o vice de Lula. Por estar com Covid-19, participou virtualmente do evento de sábado (7). Falou por mais de 10 minutos, onde “lançou” um novo prato, o Lula com Chuchu, referindo-se ao seu apelido de “picolé de chuchu”. E pareceu ter agradado Lula e seus aliados.
O socialista, recentemente, trocou o PSDB pelo PSB, para compor com Lula e comentou de quando ambos eram adversários e candidatos à Presidência da República.