Vereador petista de Fortaleza defende aliança de Lula com partidos de Centro
Para Ronivaldo Maia, pode se repetir o que aconteceu em 2002.
Para Ronivaldo Maia, pode se repetir o que aconteceu em 2002.
Sábado (12) haverá assembleia geral de preparação para a próxima manifestação em Fortaleza.
Ciro tem trabalhado para ser a opção dos eleitores contrários aos radicalismos.
Segundo deputado Guimarães, as forças de esquerda precisam sentar na mesa para discutir três questões centrais. Uma delas seria a unidade em oposição ao Governo Bolsonaro, outra a luta pela renda emergencial e vacina para todos. Um terceiro ponto é a mobilização pelo impeachment do presidente.
A última vez em que o PSOL elegeu dois vereadores para a Câmara Municipal de Fortaleza foi em 2012, quando foram eleitos João Alfredo, que está longe da política eleitoral, e Toinha Rocha, que atualmente é uma das coordenadoras da Rede Sustentabilidade, na Capital.
O PCdoB propôs a construção dessa Frente Ampla em Fortaleza que atuasse para além do bloco de esquerda e unisse progressistas de todas as matizes, incluindo outras agremiações de centro e até de centro-direita.
PCdoB, PSOL e UP, assim como o PT, lançaram candidaturas próprias. O PSTU desistiu de postular a vaga que será deixada por Roberto Cláudio, enquanto que o PCO teve solicitação de registro de candidatura indeferido, a exemplo do que ocorreu com a legenda em 2018, nas eleições gerais.
De acordo com o dirigente, "não adianta dizer que é contra o (presidente da República Jair) Bolsonaro e fazer política semelhante".
Guilherme Sampaio tem conversado com os partidos de esquerda, de forma preliminar. Segundo afirmou, as alianças ainda terão um mês pela frente para serem fechadas.
Algumas legendas de esquerda como PSOL, PSTU, UP e o PT já sinalizaram interesse em disputar a Prefeitura de Fortaleza, inclusive, apresentaram aluns nomes para o pleito. Há dentro de cada uma das agremiações entusiastas desse processo de unidade, mas alguns grupos são contrários e defendem protagonismo de suas siglas.