Indicados para direção do Banco Central são aprovados por comissão do Senado; pleno da Casa vota hoje (5)
Gabriel Galípolo e Ailton Aquino foram primeiros nomes do novo governo.
Gabriel Galípolo e Ailton Aquino foram primeiros nomes do novo governo.
O Copom manteve a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano, sob a justificativa de que “é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”.
A decisão do Banco Central foi duramente criticada por De Assis, que disse não existir possibilidade de crescimento, gerando emprego e renda, "com uma taxa de juros neste patamar. E essa conta quem paga é o cidadão mais vulnerável. O Sr. Campos Neto está sabotando a política econômica brasileira”.
“Não se trata do governo ficar brigando com o Banco Central. Quem está brigando com o Banco Central hoje é a sociedade brasileira”, disse, ao citar a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), varejistas e pequenos e médios produtores.
Assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o decreto com a exoneração de Galípolo e a nomeação de Durigan foi publicado na edição desta terça-feira (20) do Diário Oficial da União.
A partir desta terça (20), o Banco Central terá o caminho livre para estabelecer as regras que podem fortalecer esse mercado, como a integração entre inovações como Pix, open finance, real digital e smart contracts, entre outras.
No último dia 19, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também defendeu a diminuição da Selic. Ele avaliou que o país está pronto para iniciar um ciclo de queda nos juros e criticou a decisão do BC em manter a Selic em patamar elevado.
Segundo Haddad, a combinação de emprego e inflação em queda abre uma “janela importante” para o Banco Central (BC) reduzir os juros nos próximos meses.
Já quando se trata de transações de valores mais altos, a indicação do estudo é de que há preferência por transferências bancárias (inter e intrabancárias), que responderam por cerca de 65% de todo o volume financeiro de 2022.
Pacheco afirmou ainda que o Senado deve “ter a maior rapidez possível” para votar o novo arcabouço fiscal. O projeto de lei complementar (PLP) 93/2023 do Poder Executivo aguarda votação na Câmara, onde recebeu um substitutivo do relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA).