Ministro do Trabalho destaca políticas em prol dos trabalhadores
Segundo Marinho, as políticas públicas do governo garantiram a retirada de 24,4 milhões de pessoas da fome.
Segundo Marinho, as políticas públicas do governo garantiram a retirada de 24,4 milhões de pessoas da fome.
Brasil registra mais de 306 mil empregos formais em fevereiro. Os cinco maiores setores da economia registraram saldo positivo segundo dados do novo Caged, divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O Brasil fechou janeiro com saldo positivo de 180.395 empregos com carteira assinada. O número é resultado de 2.067.817 admissões e 1.887.422 desligamentos.
A informalidade também atingiu um recorde em números absolutos: 38,8 milhões de trabalhadores.
Entre agosto de 2021 a julho de 2022 (últimos 12 meses), o saldo positivo ficou em 2.549.939 vagas geradas.
Existem R$ 208,5 milhões esquecidos por 320.423 trabalhadores que deveriam ter feito o saque até 30 de junho de 2021.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social.
Até sexta-feira (10/9) mais de 700 empresas se cadastraram para receber o benefício, gerando mais de mil novas vagas formais de trabalho em apenas quatro dias.
Segundo o IBGE, entre os 86,7 milhões de pessoas ocupadas no Brasil, 34,7 milhões são trabalhadores sem carteira assinada, pessoas que trabalham por conta própria, sem CNPJ, e aqueles que trabalham auxiliando a família.
Em 2020, o Ceará obteve a oitava colocação no Brasil e a segunda no Nordeste dentre os estados com maiores saldos positivos de contratações com carteira assinada (empregos formais). O Estado ficou na sétima posição no ranking nacional e em primeiro no Nordeste no quarto trimestre do ano, gerando 74.663 vagas e perdendo 56.117, resultando em um saldo de 18.546 empregos formais.