Lula defende indústria brasileira de carros na América Latina e África
Lula defende que indústria brasileira dispute mercado global e destaca proximidade como vantagem.
Lula defende que indústria brasileira dispute mercado global e destaca proximidade como vantagem.
Relatório do Banco Mundial atualizado em Washington revisa projeções para a América Latina e o Caribe.
Percepção de melhora no acesso e na qualidade dos serviços públicos sobe de 24% para 42%.
A Celac reúne líderes do bloco formdo por 33 países da América Latina e do Caribe.
A Petrobras vai investir R$ 500 milhões na compra de cinco novos supercomputadores, com o objetivo de manter competitividade no mercado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29) pela empresa, que há quatro anos é líder em capacidade computacional na América Latina, de acordo com o ranking Top500.org, que avalia os maiores High Performance Computer (HPCs) do mundo.
O presidente brasileiro diz que a integração deve objetivar o desenvolvimento da região e a busca por parceiros comerciais fortes fora do continente, como a China. Lula ainda afirmou que o Brasil pode liderar esse processo, mas que não quer ser imperialista.
Lula disse que o encontro é a inauguração de uma "nova era" na relação Brasil-Bolívia e destacou a necessidade incontornável de integração regional entre os países do continente sul-americano.
Em entrevista coletiva à imprensa, Lula também voltou a reconhecer a "dívida histórica" com os países africanos e se comprometeu a investir em parcerias para impulsionar o desenvolvimento do continente.
Os líderes sul-americanos atenderam a um convite feito por Lula, que busca retomar a cooperação dentro do continente. Segundo a embaixadora Gisela Figueiredo Padovan, secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, as principais pautas, além da integração, são em torno de questões comuns nas áreas de saúde, infraestrutura, energia, meio ambiente e combate ao crime organizado.
Em janeiro de 2020, o ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu suspender a participação brasileira no grupo. ''O retorno do Brasil à comunidade latino-americana de Estados é um passo indispensável para a recomposição do nosso patrimônio diplomático e para a plena reinserção do país ao convívio internacional'', informou, na ocasião, o Itamaraty, por meio de nota.