Jurista defende combate unificado ao avanço do crime organizado
Jurista alerta para infiltração criminosa em campanhas e defende criação de autoridade nacional.
Jurista alerta para infiltração criminosa em campanhas e defende criação de autoridade nacional.
Segundo Rodrigues, as alterações sugeridas pelo relator da matéria, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), retiram recursos da Polícia Federal. O diretor-geral participou de audiência pública da CPI do Crime Organizado.
Andrei avalia que suposta conexão é usada por pressão geopolítica.
As mudanças, propostas em relatório do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), foram alvo de duras críticas por parlamentares petistas, que acusam a extrema-direita de tentar restringir a autonomia da PF.
Segundo afirmou, o relatório do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) obriga a Polícia Federal e os ministérios públicos estaduais a pedirem autorização para investigar determinados casos ocorridos nos estados.
O relatório foi protocolado na sexta-feira (7), assim que Derrite foi designado relator da proposta.
A deputada lamentou a situação de famílias cearenses que estão sendo expulsas de suas casas por facções criminosas.
O petista criticou parlamentares que têm se posicionado contra a proposta, destacando que ela seria a solução para os problemas de violência vivenciados no Brasil.
A origem dos tribunais de Contas no Brasil começou com o então ministro da Fazenda, Rui Barbosa, que criou o Tribunal de Contas da União (TCU) por meio de decreto inspirado nos modelos de controle financeiro adotados em países europeus. No entanto, somente em janeiro de 1893 ele foi instalado.
As declarações de opositores e governistas sobre o assunto mostram que o tema Segurança Pública deve dar o tom das eleições 2026, e aqueles que tiverem o discurso mais próximo dos anseios da população tende a angariar mais votos pata seus pleitos.