Anvisa anuncia liberação do registro da vacina do Butantan contra a dengue
Aplicação das doses deve começar em 206, exclusivamente pelo SUS.
Aplicação das doses deve começar em 206, exclusivamente pelo SUS.
Levantamento se refere a casos registrados no país entre 2015 e 2024.
Pelo menos 5.872 mortes causadas pela doença foram confirmadas.
As informações foram confirmadas pela Takeda e pela Fiocruz. A instituição brasileira disse, em nota, que poderá dar mais detalhes sobre o processo “após a avaliação da proposta encaminhada”.
O principal vetor de transmissão da dengue e outras arboviroses é o mosquito Aedes aegypti. De janeiro a agosto de 2024, foram notificados 6,5 milhões de casos prováveis, um aumento de três vezes em relação a 2023. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal concentraram 87,70 % dos casos prováveis.
De acordo com a última atualização do Painel de Monitoramento de Arboviroses, o Brasil contabiliza 4.961 óbitos confirmados pela doença. Há ainda 2.161 mortes em investigação.
O Brasil encerrou o primeiro semestre de 2024 registrando 6.159.160 casos prováveis de dengue e 4.250 mortes pela doença. Segundo o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, há ainda 2.730 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no país é, agora, de 3.033 casos para cada 100 mil habitantes e a taxa de letalidade é de 0,07.
Quase mil mortes por dengue estão em investigação no Brasil. Entre as vítimas, 55,5% são mulheres e 44,5% homens. Até a última sexta-feira (8), o país contabilizava 1.342.086 casos da doença.
Adhanom afirmou que o Brasil pode ser um fornecedor do imunizante contra a dengue, por meio do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Conhecida como Qdenga, a vacina não será disponibilizada em larga escala em um primeiro momento, mas será focada em público e regiões prioritárias.