Marina Silva vê “PL da Devastação” como tiro no pé do agronegócio
Ministra alerta sobre riscos econômicos e comerciais de afrouxar regras ambientais em debate sobre novas licenças.
Ministra alerta sobre riscos econômicos e comerciais de afrouxar regras ambientais em debate sobre novas licenças.
Iniciativa foi criada para oferecer suporte direto a exportadores brasileiros que desejam acessar mercados internacionais recém-abertos.
Amílcar Silveira, presidente do Sistema, nos contou sobre a divulgação prévia feita pela Funceme sobre o período de seca. Ele avaliou um grande período de perdas neste início de ano e contou sobre o território irrigado não explorado no Estado do Ceará.
Com 74 titulares e o mesmo número de suplentes, a câmara reunirá representantes de associações de diferentes setores com o objetivo de construir políticas que garantam ao país segurança alimentar, climática e ambiental.
Segundo o presidente, ele não trabalha para agradar determinados setores, mas para criar condições de trabalho para todos os brasileiros, inclusive o agronegócio. Lula citou que o setor foi muito beneficiado em seus governos anteriores, com recursos e condições de crédito.
O anúncio dado pelo presidente em exercício, e por Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, ontem (25) assegurou que haverá um lançamento oficial da linha de crédito durante a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), que ocorre de 1º a 5 de maio em Ribeirão Preto- SP.
O evento ocorreu em Baixa Grande do Ribeiro-PI, com a presença dos ministros Fábio Faria, das Telecomunicações; e Ciro Nogueira, Casa Civil.
Tereza Cristina criticou a legislação brasileira, alegando ser muito rígida e que dessa maneira, tarda a aprovação de licenças que comprometem a segurança alimentar no país.
Em meio ao conflito no leste europeu, o Brasil preocupa-se por depende especialmente da importação de nitrogênio, fósforo e potássio, contudo registra a ministra: "Esse plano está pronto, não foi por causa desta crise. Isso nós pensamos lá atrás, no seu governo, de que o Brasil, uma potência agro, não poderia ficar nessa dependência, do resto do mundo, de mais de 80% nos três produtos, de vários países”, disse Tereza Cristina.
Em entrevista coletiva na última quarta-feira (2), Tereza Cristina garantiu que não há problemas com a safra neste momento, no entanto, a safra de verão, no final de setembro e outubro, gera preocupação. O cenário se agravou ainda com o início da guerra. Isto porque, além da Belarus, a própria Rússia é o principal fornecedor do produto para o mercado brasileiro.