Por decisão unânime, STF condena réus pelo assassinato de Marielle e Anderson
Sessão segue para definir penas dos demais condenados.
Sessão segue para definir penas dos demais condenados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter as prisões preventivas de Domingos Brazão e de Rivaldo Barbosa, réus pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em março de 2018.
Um dos mandados foi cumprido no presídio federal de Campo Grande, onde um dos alvos está detido. O outro foi cumprido na cidade do Rio de Janeiro. Os nomes dos acusados não foram divulgados pela PF e nem pelo STF, que informou que o processo é sigiloso.
“É preciso entender que a investigação do caso Marielle e o trabalho que estamos fazendo no Rio de Janeiro não são peças soltas", disse ele. A declaração foi dada durante um evento para apresentar um balanço de ações feitas pelo ministério no ano de 2023.
''É um dos chefes de milícia mais procurados aqui no Rio de Janeiro'', declarou o delegado Henrique Damaceno.
Ela é mulher do policial militar reformado Ronnie Lessa, que é um dos acusados de matar a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes. Elaine permanece presa sob a acusação de tentar importar material bélico proibido.
Dia 12 de julho as promotoras Simone Sibílio e Letícia Emile optaram por não mais atuar na força-tarefa que investiga o caso, sem divulgar o motivo que as levou a deixarem o caso.
Além de Ronnie Lessa, foram condenados sua mulher, Elaine Lessa; seu cunhado, Bruno Figueiredo; José Marcio Mantovano, conhecido como Bruno Gordo; e Josinaldo Freitas, conhecido como Djaca.
''Quando foram presos os dois executores da Marielle, o meu calvário e a perseguição contra mim foi inexorável'', confirmou o governador afastado.