Luizianne Lins no TCE. Há restrições ao seu nome para ser conselheira
Não se pode dizer que Luizianne está dentro desse conluio, ou sequer ela tenha sido informada dele. O certo é que é uma proposta tentadora. Pessoa pobre como a deputada, um subsídio mensal e vitalício próximo de R$ 40 mil, honestamente, sem precisar, nunca mais, disputar eleição para garantir recursos para sua manutenção, é quase impossível não aceitar. Na história dos nossos tribunais de contas, décadas atrás, o advogado José Guedes de Campos Barros, renunciou o cargo de Procurador de Contas do TCM.