
Marcelo Castro, relator a proposta, apresentou à CCJ relatório com 172 páginas, em que manteve a maior parte das regras estabelecidas pela Câmara. Foto: Pedro França/Agência Senado
O Novo Código Eleitoral, da Câmara dos Deputados, chegou ao Senado em 2021. O senador Marcelo Castro (MDB-PI) apresentou na CCJ uma versão alternativa (substitutivo) com 898 artigos, que consolida e unifica a legislação eleitoral e partidária. Entre suas principais inovações, o texto estabelece a reserva de cadeiras no Legislativo para mulheres, regulamenta a auditoria das urnas eletrônicas, cria mais regras para a campanha em ambientes digitais, simplifica a prestação de contas de campanha, reforça a autonomia dos partidos políticos e cria quarentena para candidaturas de juízes, policiais e militares.
Foram convidados para a audiência pública:
Marcelo Kalil Issa, cientista político, advogado e diretor do Movimento Transparência Partidária;
Admar Gonzaga Neto, advogado especializado em Direito Eleitoral e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
Sidney Neves, advogado e coordenador-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep);
Edilene Lôbo, ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
Flávio Eduardo Wanderley Britto, advogado e membro fundador da Abradep;
Ezikelly Silva Barros, advogada eleitoralista e mestra em Direito Constitucional pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP);
Carlos Enrique Arrais Caputo Bastos, advogado, doutor em Direito Constitucional e mestre em Direito Parlamentar, Eleições e Estudos Legislativos pela Universidade Complutense de Madri;
Iná Jost, representante da Força-Tarefa Eleições da Coalizão Direitos na Rede;
Felipe França, diretor-executivo do Conselho Digital;
Francisco Brito Cruz, advogado e fundador do InternetLab;
Alexandre Arns Gonzalez, doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB);
André Garcia Xerez Silva, advogado, doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo (USP) e membro da Abradep.
Fonte: Agência Senado