
Mesquita e Couto destacam pontos positivos da Reforma Administrativa de Evandro. Foto: CMFor
Com o início da tramitação do projeto de Reforma Administrativa do prefeito Evandro Leitão (PT) na Câmara Municipal de Fortaleza, questionamentos e críticas foram feitos na tribuna do Plenário Fausto Arruda. Buscando amenizar os ânimos, o líder do Governo na Casa, o vereador Bruno Mesquita (PSD), e o presidente da Mesa Diretora, Léo Couto (PSB), defenderam as medidas apresentadas na proposta que iniciou tramitação nesta terça-feira (11).
A proposta prevê a criação de três secretarias municipais: da Mulher, da Proteção Animal e de Relações Comunitárias, além das coordenadorias Especiais de Relações Internacionais e Interinstitucionais (Coeri) vinculada ao Gabinete do Prefeito, e de Apoio à Governança das Regionais (Cegor), vinculada à Secretaria de Governo.
O projeto prevê também a extinção da Secretaria Municipal da Gestão Regional (Seger) e da Fundação de Apoio à Gestão Integrada em Saúde de Fortaleza (Fagifor). Para Léo Couto, o fim da Seger dará mais autonomia para os secretários regionais, que poderão atuar em setores que antes eram concentrados na pasta.
“Hoje, os secretários das 12 regionais terão autonomia para fazer serviços mais específicos que antes não tinham. Antes, as secretarias regionais eram tidas como ouvidorias, e hoje elas têm essa autonomia para fazer serviços mais específicos e dar um conforto, uma vida melhor para os fortalezenses”, defendeu.
Servidores Públicos
Já Mesquita garantiu que, com a extinção da Fagifor, o prefeito atende ao pleito de cerca de 1.500 funcionários da instituição, que se tornarão servidores públicos municipais da Secretaria da Saúde (SMS). “Na Fagifor, eu queria assegurar a todos que fizeram o concurso, que passaram no concurso e não foram chamados ainda, quase mil pessoas, que vocês terão assegurado o chamamento de vocês. O governo vai fazer um escalonamento, assim como fez com a Guarda Municipal”, pontuou.