Plenário 13 de Maio da Assembleia Legislativa do Ceará. Foto: Alece/Ascom.

A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) encerrará suas atividades do semestre dia 17 próximo. As sessões são realizadas três dias na semana: terças, quartas e quintas-feira. Se contarmos somente as sessões ordinárias, os deputados estaduais cearenses trabalharam apenas 51 dias, até esta terça-feira (3), neste primeiro semestre.

Do orçamento anual de R$ 1 bilhão para este ano de 2024, a presidência da Alece já gastou com o funcionamento da Casa pouco mais de R$ 400 milhões, mas com a produção legislativa menos de 10% R$ 31.415.382,28 (trinta e um milhões, quatrocentos e quinze mil, trezentos e oitenta e dois mil e vinte e oito centavos). O restante foi com pessoal e outras despesas.

O subsídio mensal do deputado estadual é de R$ 33 mil (bruto). O que significa dizer que receberam no primeiro semestre pouco mais de R$ 180 mil, cada um dos 46 parlamentares que compõem o plenário. Se contar as sessões ordinárias, dá cerca de R$ 3 mil e 600 reais por cada dia trabalhado.

Vale lembrar que existem hoje na Alece 8 suplentes no exercício do mandato: Almir Bié (PP), Antônio Granja (PDT), Bruno Pedrosa (PDT), Guilherme Bismarck (PDT), Guilherme Sampaio (PT), Nizo Costa (PT), Simão Pedro (PSD), Tomaz Holanda (Avante).