
Até o momento, ele não fez qualquer referência sobre sua equipe para o segundo mandato que começa no dia primeiro de janeiro de 2019. Haverá significativa mudança, admite-se, não apenas pela necessidade que tem de empreender uma administração com avanços em relação a esta, como pela necessidade de compor com sua base aliada, acrescida do MDB. Do segundo governo a sociedade sempre cobra mais, daí a necessidade de mudanças para, de fato, ter-se uma nova administração.
O governador, até por conta dos argumentos utilizados na criação de novas secretarias compatibilizadas com os ministérios do Governo Federal, será motivado a reduzir o tamanho do seu quadro de assessores, seguindo o modelo do Governo Bolsonaro, de reduzir os gastos com o funcionamento da máquina governamental. Ele não está obrigado a cortar secretarias e outros órgãos, afinal o Estado não tem essa vinculação com o Poder Central, mas a sociedade cobrará que o faça.
Antes de iniciar a viagem à Europa, o governador Camilo Santana, na manhã desta quarta-feira, na Praça da Estação, no Centro de Fortaleza, assina, ao lado do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, a ordem de serviço para a construção da linha Leste do Metrô, que liga o Centro da Capital ao Bairro Papicu, obra orçada em R$ 1,6 bilhão, com um prazo de conclusão de aproximadamente quatro anos.
Foto: Governo do Estado