O petista comemorou a sanção da governadora Izolda Cela na medida que proporciona a gratuidade do transporte público municipal e intermunicipal durante o 2° turno. Foto: ALCE

O deputado Pedro Lobo (PT) utilizou seu tempo na sessão ordinária da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (26), para lamentar a situação de intolerância e violência política durante as eleições deste ano no Brasil. Ele também destacou a importância da gratuidade do transporte público para evitar a abstenção, que no Ceará chegou a mais de 1 milhão de eleitores.

O petista comemorou a sanção da governadora Izolda Cela na medida que proporciona a gratuidade do transporte público municipal e intermunicipal durante o 2° turno das eleições neste domingo (30/10). Segundo a Agência Reguladora do Estado do Ceará (Arce), mais de 250.000 pessoas serão beneficiadas.

“Isso vai possibilitar aos cearenses que moram distantes exercerem seu direito de voto. Queria fazer um apelo para que todos possam ir votar, para diminuir o número de abstenção”, defendeu. Sobre as eleições de 2022, o parlamentar assinalou “que estão em jogo nessas eleições dois projetos distintos. De um lado estão aqueles que defendem a democracia, a vida, a civilização, o respeito, o amor e as instituições. Do outro, é o projeto do fascismo, do autoritarismo, do ódio, da ruptura democrática e das instituições”.

Prisão

Ele voltou a criticar o episódio envolvendo o aliado do presidente Jair Bolsonaro e ex-presidente do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson, que após xingar a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, atirou e jogou granadas contra agentes da Polícia Federal (PF), que estavam atendendo a um pedido de prisão do ex-dirigente.

“Este é o nível dessas pessoas que colocaram o ódio e a intolerância neste debate eleitoral. Nunca se tinha visto no processo político eleitoral no Brasil tanto ódio e intolerância. Todos aqueles que respeitam a vida, a democracia e querem resguardar o Brasil, e livrar o Brasil destes que querem a todo instante levar para ditadura, precisam dar um basta e o basta é eleger Lula presidente”, defendeu.