
Augusta Brito é a primeira suplente de Camilo Santana, eleito senador do Ceará. Foto: ACE
A Assembleia Legislativa passará de cinco para nove mulheres atuando na Casa, a partir do início do próximo ano, enquanto que a Bancada Cearense na Câmara Federal sai de uma para três representantes femininas. Deixando o Legislativo Estadual por ter sido eleita suplente do senador eleito Camilo Santana, a deputada Augusta Brito (PT) destacou o engrandecimento dos debates no parlamento cearense com a entrada desses quadros.
“Tenho certeza que as deputadas eleitas vão engrandecer os debates que acontecem aqui e por meio dos equipamentos que já existem na Casa, como a Procuradoria da Mulher, elas vão ter oportunidade de representar bem as mulheres e fortalecer a democracia em nosso Estado”, defendeu.
A partir da próxima Legislatura, a Assembleia contará com a participação das deputadas Dra. Silvana (PL), Emilia Pessoa (PSDB), Larissa Gaspar (PT), Juliana Lucena (PT), Luana Ribeiro (Cidadania), Lia Gomes (PDT), Gabriella Aguiar (PDT), Martas Gonçalves (PL), e Jô Farias (PT). Já na Câmara Federal, Luizianne Lins (PT), que foi reeleita, contará com as companhias de Dayany do Capitão (PL) e Fernanda Pessoa (UB).
Augusta Brito foi eleita primeira suplente na candidatura de Camilo Santana ao Senado Federal. Para ela, o petista se configurou como o maior líder político no Estado. Em seu pronunciamento, ela também destacou o desempenho de Elmano de Freitas (PT), eleito governador do Ceará. “Confio nas suas propostas e que ambos farão ótimos mandatos. Suas campanhas, apesar de atípicas, foram permeadas por propostas, respeito e verdade, características que marcam a trajetória deles e que certamente vão nortear os seus próximos passos”.
A deputada Érika Amoim (PSD) lembrou o número considerável de mulheres eleitas para os legislativos estadual e federal. Ela lembrou que 91 das candidaturas femininas obtiveram êxito para o Congresso Nacional. “Aqui teremos nove mulheres, ocupando legitimamente seu lugar na Assembleia e três no Congresso. Isso representa muito. O número de candidaturas femininas no Ceará foi o maior desde 1998. Isso comprova a necessidade e importância de leis que garantam e incentivem a participação feminina na política”, defendeu.