O senador Eduardo Girão e outros membros de oposição no Ceará participaram do encontro em Juazeiro. Foto: Reprodução/Instagram

O União Brasil no Ceará realizou, na manhã deste sábado (09), mais um encontro regional da sigla, visando consolidar o nome de Capitão Wagner como pré-candidato ao Governo do Estado pela bancada de oposição. Durante o evento, o pretenso postulante questionou a disputa interna no PDT, que tem gerado crise na base governista.

Segundo ele, enquanto um lado do espectro político local está brigando por espaços de poder, o grupo oposicionista vem buscando unidade em torno de um projeto com foco na redução da violência e geração de emprego. Segundo ele, nos últimos dias as únicas notícias sobre a aliança governista nos últimos dias diz respeito à disputa entre a governadora Izolda Cela e o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio.

“Vocês acham que o cabra que está em Jati, passando fome, quer saber de briga de candidato? Ele quer saber da fome dele. Nossa missão vai ser dar oportunidade ao filho de vocês, que está na iminência de ser cooptado pela facção (criminosa). O risco que a gente tem é o Ceará ficar igual à Monsenhor Tabosa, à Ibicuitinga, ao São João do Jaguaribe, que foi apontada como a cidade mais violenta do Brasil. Olha a imagem que o Ceará está tendo lá fora”, apontou.

Conforme disse, a violência no Estado é um fator que inibe, por exemplo, que turistas visitem o Estado cearense. “Temos um projeto para reduzir a violência para quem quer trabalhar possa ir trabalhar. Sem vocês, a gente não chega lá. Que Deus nos dê luz”, defendeu o parlamentar.

O evento do União Brasil em Juazeiro do Norte contou com as presenças de parlamentares e pré-candidatos de partidos aliados, como Avante, Podemos e PL, dentre eles o senador Eduardo Girão, o ex-governador Lúcio Alcântara, o prefeito de Maracanaú Roberto Pessoa e alguns bolsonaristas.